segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Tempos de Renovação!

Oi gente!

Neste último blog do ano, além de desejar à todos um Feliz 2013, faço um convite à reflexão do que significa a passagem de um ano para outro.

Tecnicamente... Nada!!! Apenas um dia após o outro... Não há fogos na Lua, nem comemoração em Júpter... E o Sol somente nasce e se põe como sempre...

Espiritualmente... depende de cada um de nós! Se a festa de ano novo se resumir à muita bebida, champagne, ceias fartas e outras coisas mais que selem nossos sentidos... Se, depois do dia 1º de janeiro, todos nós voltarmos às nossas vidas sem nenhuma mudança interna ou ao menos termos meditado em todas as nossas ações do ano que passou; desculpe meus amigos, mas de nada valeu toda a euforia.

Sei que é impossível não comemorar com os amigos e com a família. Mas tentem, ao menos, antes de toda a festa, se retirarem por alguns minutos para sentir qual a proposta de vocês para o ano que se inicia.

Qual a meta de vida que às vezes postergamos por medo ou baixa estima? Qual o comportamento emotivo que não queremos mais para nós mesmos? Quantos sorrisos deixamos de dar? Quantos beijos e abraços frustramos por orgulho ou caprichos tão medíocres?

Qual é a nossa posição no Planeta em que vivemos? Quão responsáveis somos por toda a vida na Terra?

Quem você magoou ou foi magoado que mereceria seu abraço e o esquecimento de todas as mazelas do passado? E a Verdadeira Renovação que você tanto fala em realizar? Você dará permissão para ela se manifestar imediatamente na sua vida?

Vale a pena refletirmos sobre essas perguntas, não?

Lembrem-se que o tempo passa apenas para as coisas da matéria. Mas nossa Alma se renova e se rejuvenesce a cada segundo!

Pedir, já estamos cansados... Agradecer não é obrigação! É reconhecer o milagre da existência da qual fazemos parte. Atuantes ou não, impressionamos o meio em que vivemos todos os dias!

Agradecer pode ser o olhar atento à todos os atos que, indiscriminadamente de julgamentos ou repreensões, fizemos à nós mesmos e ao outro. Agradecer o aprendizado nos erros e a alegria pelos êxitos!!!

Sigamos em frente! Alma leve e desperta! Sonhos velhos e novos realizados! Coragem, Força e Dedicação Infinita ao bem estar de nossos espíritos e de todos aqueles que passarem por nosso caminho!

Agradeço à todos vocês e que a Luz Divina da Vida brilhe em nosso Caminho por todos os anos vindouros!!!

Beijos e Abraços!!!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Exú: Simbolo da Força e da Coragem!

Exú: representação esotérica.
Oi gente!

"A encruza estremeceu. Uma gargalhada soou do além! Salve Exú que é coroado! Exú é bom e não faz mal à ninguém!"

A humanidade ainda teima no comodismo. Quer tudo pronto e explicado. Prefere acreditar em mitos, lendas e superstições, à pesquisar e se aprofundar nos mistérios da vida. Parece que tem o prazer em permanecer congelada nas "verdades" passadas de gerações para gerações, do que descortinar a realidade que se revela nos bastidores da ignorância.

As religiões guardam por detrás de sua mitologia, rios de conhecimento e códigos que, ao homem de mente livre e inquisitiva, podem esclarecer e iluminar, extirpando medos, angústias e inseguranças; devolvendo ao Ser o que sempre foi seu por direito: a Liberdade e a Auto-Consciência.

Quando me deparei pela primeira vez com a Umbanda, há exatos 20 anos, percebi que, apesar de minha formação católica, de enxergar o mundo espiritual segundo os olhos da Igreja, algo estava perdido nos confins da minha alma. Havia algo em mim que reverberava àqueles cantos e invocações. Soava junto com os tambores e atabaques. Uma ancestralidade ignorada pelas camadas de condicionamento subliminarmente impostas pela sociedade moderna ocidental.

No fundo, eu nunca fui um católico fervoroso. Sempre optei por ficar próximo dos padres mais vanguardistas, que permitiam papos mais abertos. Mas sentia quase que frequentemente algo estranho e incompleto naqueles rituais eclesiásticos. Sentia um espaço gigantesco entre DEUS e SER HUMANO. E, preenchendo esse espaço, milhões de dogmas inquestionáveis. Lógico... esse é o papel do dogma. Impor verdades e permear a vida humana de mistérios.

Dialogar, para mim, é vital! "Oxigena" a alma. É o "óleo da engrenagem humana.

Esse deveria ser o papel das religiões na Terra: promover o diálogo e incentivar a pesquisa.

Mas, quando me deparei com a Umbanda, foi como encontrar um velho amigo. Percebi que essa religião trazia, através de seus rituais mágicos - a primeira vista, indecifráveis - uma sabedoria libertadora.

Devo esclarecer antes de continuar esse blog, que não me considero umbandista. Não tenho dom para o sacerdócio, seja qual for a religião. Entretanto, admiro aos que guardam os rituais. Esses homens que zelam pelas tradições e pela ritualística. Sem eles, sem essa fé organizada, muito conhecimento teria se perdido. Outra coisa, não sou anti-católico tampouco! Foi uma grande religião que me deu a base para o questionamento. E há muitas coisas na Bíblia que precisamos estudar. É um grande livro!
Mas não é por isso que eu engulo qualquer coisa...

Toda essa mega introdução que precisei expôr, foi para abordar o papel de alguns espíritos abnegados, protetores de todos nós - quer estejamos conscientes disso ou não - seres de alto conhecimento e domínio dos elementos da natureza. Profundos conhecedores dos processos patológicos humanos, como as obsessões psíquicas e espirituais. Seres que podemos chamar de "verdadeiros anjos da guarda".

São eles, os EXÚS.

Calma, não caiam das cadeiras! Nem se escondam embaixo das mesas, por favor! Lembrem-se do conhecimento que liberta do medo e da ignorância.

Já ouvi de muita gente querida: "Paulo, você vive muito na espiritualidade, cai na real, cara!"

Acho que nada ampliou tanto a minha percepção da realidade quanto a espiritualização da minha visão de mundo. Não dá para dar as costas diante de tantas informações, advindas de inúmeras localidades do planeta! Seria como navegar por um rio e ignorar totalmente as águas que sustentam a embarcação.

A espiritualidade pemeia tudo e à todos! Mas nem por isso eu deixei de viver no mundo. Continuo errando, acertando, julgando e tropeçando em viagens egóicas. Não me considero nenhum super-homem! Quem vive ou viveu próximo à mim, sabe muito bem disso.
Mas não posso ignorar os fatos... Sim. Acredito existir uma grande possibilidade de haver vida após a morte e, ainda por cima, vida produtiva, bem parecida com os moldes terrenos. Lógico que com inúmeras variáveis, pelo fato deste mundo etéreo ser regido por outras leis adversas às da física que somos familiarizados.

Antes do Espiritismo e da Umbanda nascerem para esclarecer sobre tudo isso, essas informações viviam escondidas em sociedades secretas e grupos maçônicos.

Muitos Exús foram sacerdotes e magos do passado que guardavam essas informações. Sabiam que os planos sutis envolviam a materialidade e as mentes dos homens e mulheres encarnados nesse planeta-escola. E que os pensamentos e ações da humanidade se manifestavam em vários planos da existencia terrena.

E hoje, esses alquimistas do passado, se revelam pela Umbanda. Notem bem, que Exú não é propriedade de Umbandista e Candomblista. É gente que trabalha em todos os locais, por todos os seres, de todas as crenças!



Estátua representativa de Exú: praça dos Orixás - Brasília.
Exús são os guardiões da humanidade. Aliás, é o nome pelo qual também são chamados: GUARDIÕES.

A palavra Exú, Èsù, ou Eshu, vem da língua yorubá africana e quer dizer "Esfera". É aquele que guarda o perímetro, vigia o entorno. Era o protetor das aldeias e vilarejos.


Foi depois da colonização européia cristã, que esse Orixá* (o Exú é um Orixá) tomou, errônea e equivocadamente, a forma e o conceito de Lúcifer ou Satanás. Pois, nas comunidades africanas, ele era simbolizado com o falo ereto, o que simbolizava saúde e fertilidade. Além da simbologia, por dominar o conhecimento e a sabedoria sobre os elementos, era considerado um ser terreno e por isso da analogia com o diabo que seduz o homem às paixões mundanas.

Mas, meus amigos, tá tudo errado! Nas religiões africanas, não existia a figura do diabo! Não atribuíam as desgraças humanas à um único ser! Para tudo havia sempre polaridades: positiva e negativa. O conceito de Bem e Mal foi introduzido nas mentes ocidentais pela educação judaico-cristã.

Esse incansável Guardião, tem sido fundamental na vida dos encarnados, pois, enquanto agirmos e pensarmos como "folhas ao vento", incautos, preguiçosos e reativos; a presença desses Anjos da Guarda nos será sempre necessária.

A humanidade vive em guerra: interna e externa. Vivemos em conflito. Por isso, ainda precisamos de proteção, pois estamos vivendo na ilusão de que somos impotentes diante das vicissitudes. Somos engolidos pelos problemas. Temos o poder e a capacidade de criar nossos próprios problemas e, ao mesmo tempo, nos sentimos fracos diante deles... dá pra entender? Força pra criar, fraqueza pra resolver.

Ah, meus Exús, nos ajudem! Ajudem-nos, com o Poder do Divino Criador, a enxergar nossa força através da tua força! A falar duro quando necessário! A encarar corajosamente de peito aberto os problemas da vida, nos conscientizando de que eles são necessários para o nosso crescimento e não para a nossa derrota! Ajudem-nos, Guardiões queridos, a afastar nossos inimigos e, se isso não for possível, a olhar cada um deles sem medo, mas com compaixão e amor por esses nossos irmãos de jornada.

Que a FORÇA  e a CORAGEM dos EXÚS estejam com todos nós, sempre!

Obrigado por estarem aqui comigo lendo esse blog!!!
Luz!


*Orixá: "A palavra ORIXA significa ORI: Alto, cabeça ou o que esta em cima e IXA: Luz, iluminado, assim podemos interpretar que ORIXA significa 'AQUELE QUE ILUMINA NOSSOS PENSAMENTOS' (fonte: http://umbandareligiaobrasileira.blogspot.com.br/2012/07/os-orixas-por-gero-maita.html, por Géro Maita)

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Matéria: A ponta do "Iceberg" das ilusões.

Matéria: quase um NADA.
Oi gente!

Inicio esse blog com 2 perguntas: O que é realidade? Apenas o que percebemos com os 5 sentidos?

Peguemos um objeto, por exemplo. Uma maçã. De pronto a identificamos pelo seu formato e sua cor. Ao mordê-la sentimos seu paladar e seu aroma. Mas... o que é uma maçã realmente?

Einstein nos explicou que tudo na natureza é Energia e que a Matéria é Energia condensada. Então tudo o que não é matéria é Energia em estado radiante.
Você, eu, um elefante, um avião, uma bola de basquete e até mesmo uma maçã, são, em suas constituições básicas, formadas pelo mesmo princípio: a Energia.

É essa Energia que mantém  a coezão dos elementos. O equilíbrio do Universo.

Mas, por ironia da Natureza, um tal de Werner Karl Heisenberg*, juntamente com outros cientistas, veio com uma tal de Mecânica Quântica e o Princípio da Incerteza, afirmando que tudo na natureza é basicamente NADA.

Heeeeeeeeeein??? Como assim???

TUDO NA NATUREZA É BASICAMENTE NADA!

As coisas que estão contidas no Universo são formadas por espaços vazios em quase a sua totalidade.
Os átomos (que constituem as coisas que chamamos de Matéria) são partículas que, se forem observadas de muito perto, contém enormes espaços entre suas subpartículas. Não vou entrar fundo nesse assunto, pois não tenho competência nessa área, mas posso afirmar através dos olhos da Física Moderna, que o comportamento dos elétrons por exemplo (subpartículas atômicas) é extremamente estranho. Por exemplo, esses elétrons "travessos" aparecem e desaparecem da existência...

Heeeeeeeeeeeeein??? Como assim???

Os cientistas observaram que eles estão num determinado momento e, no momento seguinte, não estão mais. Vai entender...

Aonde eu quero chegar com tudo isso? Bom, abordando filosoficamente, será que a Matéria é tão real assim quanto achamos?
E se ela não é tão real assim, o que existe nos bastidores da nossa percepção física?

Nosso cérebro se manifesta através de reações químicas e elétricas, mas o que desencadeia essas reações?

Tá bom, mas o que tudo isso tem a ver com a minha vida?

TUDO!

Quando a maioria dos seres humanos der atenção à essas questões, perceberá que tudo que nos rodeia, tudo aquilo que damos extrema importância nesse mundo, é transitório e instável!



Materialismo: a Consciência perdeu espaço.
Não temos garantia nenhuma que amanhã o mundo será o mesmo. Nada garante que as estrelas, as montanhas, o seu carro, a sua família, até mesmo você, estarão por aqui. GARANTIA ZERO!

Ter essa noção nos leva para, inevitavelmente, pensarmos nas coisas que TRANSCENDAM A MATÉRIA, como os estudos sobre a CONSCIÊNCIA, A ESPIRITUALIDADE, ou seja, tudo que seja VIDA E MANIFESTAÇÕES FORA DO QUE CAPTAMOS COM OS 5 SENTIDOS.

Peço aos ateus, agnósticos e afins que não se assustem com o termo Espiritualidade.
Espiritualidade é simplesmente uma palavra nesse contexto, que alude à crença (não necessariamente religiosa) que algo, consciente ou não, continua além da existência física.

E essa postura, por mais paradoxal que isso possa parecer, faz com que fiquemos mais lúcidos perante o mundo em que vivemos do que um materialista.

O materialista sofre por que só se interessa pelo que vê, sente e toca. Tire isso dele que tudo perde o sentido.

O Ser Humano de mente aberta, o cético pesquisador, o Inconformado com as verdades pré-estabelecidas, não se deixa abater pelo imprevisível. Para falar a verdade, o imprevisível é o combustível daquele que duvida.

Duas frases interessantes do filósofo alemão Friedrich Nietzsche:

"Quanto mais me elevo, menor eu pareço aos olhos de quem não sabe voar."

Mas para se elevar (frase minha):

"Cada pessoa tem que escolher quanta verdade consegue suportar".

Parafraseando o filme "Quem somos nós": Até que profundidade você está está disposto a chegar na toca do coelho?

Vale refletir? Vamos elevar nossas mentes?

Obrigado por lerem esse blog!

*Werner Karl Heisenberg (Würzburg, 5 de Dezembro de 1901Munique, 1 de Fevereiro de 1976) foi um físico teórico alemão que recebeu o Prêmio Nobel de Física em 1932 "pela criação da mecânica quântica, cujas aplicações levaram à descoberta, entre outras, das formas alotrópicas do hidrogênio". (fonte: wikipédia)

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Medo e Comodismo!

Remover o véu da ilusão: primeiro sinal de mudança!
Oi gente!

Outro dia, li uma frase de Carl Jung que me chamou bastante a atenção: “Ser normal é a meta dos fracassados!”

Uma pessoa normal é aquele que está dentro da norma. Pode ser uma norma de conduta, expressa por acordos coletivos, formais ou não; ou seja, dentro de um denominador comum da sociedade.

A normalidade implica em "não ação", "estabilidade", "segurança", a famosa "zona de conforto". Coloquei tudo em áspas porque na prática não existe no Universo estabilidade, segurança e zona de conforto.

Sempre ouvi, desde pequeno, um trecho de uma poesia de Guilherme de Almeida, que meu querido pai sempre citava pra gente:

"Ó meu castelo de cartas,
Quem foi que te derrubou?
Tudo muda, tudo passa
Neste mundo de ilusão;
Vai para o céu a fumaça,
Fica na terra o carvão."


Mudar é ampliar as possibilidades! Mas isso implica em sair das convicções e dos paradigmas... Quebrar as correntes do comodismo. Desafiar o próprio medo!
 
É difícil se desfazer de um medo. É praticamente impossível! Nem tente isso, por favor.
 
Só há uma maneira de evitar o medo. Deixando de enfrentar o problema ou o desafio! Fugindo da "raia", desconversando com o destino.
 
Sabe quando somos crianças e precisamos tirar as rodinhas da bicicleta? Temos medo de cair, mas mesmo assim o fazemos. Aí o medo passa...
 

O MEDO PASSA COM A EXPERIÊNCIA!
 
Mas preferimos o conforto. É estranho e triste o que ando vendo por aí... Pessoas não realizadas, mas conformadas. Conformadas com o emprego, com o casamento, com uma vida sem riscos. E quando digo riscos, por favor, não me entenda como agir com inconsequência. Não! Ser inconsequente é ser um sonâmbulo, um reativo. Agir por impulsividade irracional.
 
Arriscar-se, é dar uma chance a si mesmo! Realizar seus sonhos íntimos, sua vocação!
 
Mas para isso acontecer temos que primeiramente nos questionar.
 
"Sou feliz realmente?"
 
"Minhas escolhas foram legítimas?"
 
"O parceiro ou parceira que escolhi para viver me traz mais segurança e conforto ou existe mesmo Amor na relação?"
 
E por falar de Amor... Haja coragem para Amar! Amar a si próprio e encarar suas sombras, suas mazelas e, mesmo assim dizer: "Sou grato pelo que sou! Mas quero evoluir e alçar vôos mais altos!"
Deixar para trás o velho e ir de encontro ao desconhecido!
Quem nunca se amou não compreende o Amor. Porque nunca viajou para dentro de si. E, por sua vez, nunca quis sair do conforto da inércia.
 
Dói mudar! Dói enfrentar o orgulho! Dói sair da arrogância!
 
Dói muito falar para o outro: "Me desculpe, fui arrogante e egocêntrico. Preciso mudar!"
 
É por isso que vivemos numa sociedade de plástico. Vejo reações, rostos e pessoas apáticas. Blasé, como muitos dizem.
 
Está tudo muito ruim, mas prefiro assim... Pra que mudar? É mais fácil reclamar, falar do outro... Viver nessa roda-viva de fofocas que se repetem.
 
Mas mudar dá trabalho. Porque quem resolve mudar, muitas vezes, acaba tendo que deixar pra trás muita coisa... deixar pra trás a família, deixar pra trás a esposa ou o marido, o emprego, a faculdade, a própria arrogância!
 
Ser feliz dá trabalho! Mas eu digo que vale a pena! Porque nada mais belo do que estar exatamente aonde você sempre quis estar! Amar e ser amado de verdade! Trabalhar dentro das diretrizes de sua alma!!!
 
"Chutar o pau da barraca" pode levantar muita poeira... mas depois de um tempo ela acenta. E passamos a enxergar que aquela situação em que nos encontrávamos era pura ilusão... estavamos nos violentando diariamente.
 
E como mudar?
 
Não há uma fórmla para começar a mudança, mas uma coisa que empiricamente descobri é que podemos desencadear esse processo começando por questionar à nós mesmos. E duvide de tudo o que dizem ou falam ao seu respeito. Olhe antes! Veja se há conformidade com tudo aquilo que você sente! Fique nú diante do espelho do discernimento!
 
Vamos começar, meus amigos? A largada já foi dada! O momento é agora!
 
Desejo que todos nós possamos construir um mundo de paz e felicidade, mas para isso devemos construir o nosso próprio mundo de bem-aventuranças!
 
Muito obrigado por estarem aqui comigo!
Beijos e abraços!!!
 
 
 
 
 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Corações de Pedra.

Aliviar o coração dos problemas do passado é tornar a vida mais leve
Oi gente!

Corações de Pedra! Alerta: os Seres Humanos estão cada vez mais traumatizados e estagnados. Não é todo mundo, mas muita gente anda se perdendo... E se perdendo dentro de si mesmo! O que está acontecendo? Em que momento perdemos a esperança? Quem foi que disse (e nos convenceu) que não somos capazes? Não somos criadores do nosso próprio destino? Quem nos colocou na condição de "marionetes emocionais"?

Se tudo anda bem, estamos felizes... Se nada vai bem, ficamos tristes...
Sempre o fator externo nos leva, como uma folha ao vento.

Agora, que tal a gente inverter a oração acima:

Se estamos felizes, tudo anda bem... Se ficamos tristes, nada vai bem.

Sentiram a mudança? Será que o externo comanda nosso estado emocional, ou o que está fora nada mais representa senão um espelho, uma projeção do "filme" cuja fonte vem de nossos próprios corações?

Na verdade, estamos todos magoados. Profundamente magoados. Estamos dentro e vivenciando o tempo todo experiências negativas do passado... Elas estão vivas nesse exato momento! Feridas abertas que nunca cicatrizam... Escolha nossa! Exclusivamente nossa!!!

Abaixo segue um trecho de uma palestra de Jiddu Krishnamurti, realizada na cidade de Ojai, no estado da California em 01/05/1982. Pra quem não conhece, Krishnamurti foi uma das maiores mentes do século XX. Foi reconhecido e criado dentro da sociedade teosófica, mas, em sua fase adulta, se rebelou de toda e qualquer "Gurulatria" e saiu pelo mundo dando palestras e ensinando as pessoas à despertarem o Grande Mestre habita dentro de nós mesmos.

Se vocês tiverem 9 minutos para refletir sobre essas sábias palavras, garanto que vale a pena!
Vamos transformar, transmutar nossos corações. Quebrar essa carcaça que construímos ao longo da vida (ou de vidas, como preferirem) e fluir melhor nessa grande escola que se chama Vida!
Muito obrigado. Muito Amor e Luz na vida de todos nós!!!



terça-feira, 25 de setembro de 2012

A Coragem de Nos Tornarmos Livres!

Oi Gente! Tudo bom? Estou aqui mais uma vez com vocês, no site Consciência do Presente, para falar sobre uma palavra que a todos nós interessa, pelo valor que ela representa em nossas vidas e por ser a meta de todo ser humano. Essa palavra é LIBERDADE!

Liberdade vem do latim "LIBER" e em grego "ELEÚTHEROS", que significa, em ambas as línguas, "LIVRE". Do latim, a palavra "Liber" evoluiu para "LIBERTAS", substantivo que se refere à tudo aquilo que é livre ou liberto.
No português, a palavra significa tudo aquilo que se encontra num estado de ausência de coação.

Buscamos a liberdade em nossas vidas em vários aspectos: liberdade financeira, liberdade de expressarmos nossas ideias, liberdade de ir e vir e uma outra tal liberdade que muita gente quer mas poucos tem a coragem de conquistar: a Liberdade Emocional!

Passamos pela vida, vivemos experiências e algumas delas nos deixam traumas ou ensinamentos. Tudo isso depende de como enxergamos ou absorvemos os fatos. A partir dessas experiências, criamos conceitos que nos libertam ou nos aprisionam.

Vou explicar exemplificando através das relações afetivas, tão comuns por deixarem certos traumas no nosso campo emocional quando não entendidas da forma correta e consciente. Um homem ou uma mulher que passou por um casamento ou uma convivência desarmônica, conflituosa, que trouxe sofrimento e desilusão, pode encarar essa dolorosa passagem de 2 maneiras: ou entendendo que o parceiro ou parceira escolhido foi fruto da sintonia ou maturidade que a pessoa tinha naquela época, ou criando um pacto interno de que se relacionar é perigoso e gera sofrimento. Daí vem o trauma e o conceito que aprisiona.

Todos nós queremos a Liberdade, mas poucos compreendem que para alcançá-la é de extrema importância que, primeiramente, resolvamos os traumas emocionais internos.
Dizer "eu sou livre" ou "estou buscando a liberdade" e carregar dentro de si desconfiança, mágoa, raiva ou dor, é como tentar correr em um campo aberto com uma bola de ferro presa aos pés!

Já ouvi de muita gente, casada ou não, a seguinte frase: "não quero mais saber de relacionamentos, agora sou livre!"
Será mesmo gente?! Será que parar de se relacionar implica em liberdade? Deixar de compartilhar experiências com o outro traz felicidade, ou apenas alivia do nosso íntimo o trabalho de exercitar o diálogo e o entendimento?

Isso não vale somente para as relações à dois apenas, mas também para o convívio entre amigos ou algum grupo social.

Existe ser humano que se isola e ainda por cima, muitas vezes, justifica tal comportamento conceituando firme e irredutivelmente que já deu muito e recebeu pouco, então não vale a pena perder tempo com mais ninguém!

Pensei numa história que eu gostaria de contar para vocês:

"Um homem estava atrás das grades de uma prisão e sempre se mostrava muito ocupado. O carcereiro passava em frente à sua cela e via esse homem, ora rindo, ora lendo um livro, ora de olhos fechados meditando, mas nunca o viu chorando ou se lamentando de nada. Um dia, o carcereiro, curioso com a despreocupação desse homem com o seu estado de aprisionamento,  tentou puxar conversa, mas imediatamente foi interrompido com a seguinte frase:

 - Agora não, Sr. Carcereiro, estou dando atenção à minha esposa.

O carcereiro ficou surpreso e achou que finalmente o homem tinha enlouquecido de vez!

Numa outra oportunidade, conseguiu uma chance de conversar com o detento e, antes de dar brecha para novamente se ver frustrado quanto às suas curiosidades, perguntou rápida e incisivamente:

- Sr. Detento, outro dia tentei conversar contigo, mas você me disse que estava dando atenção à sua esposa. Como isso é possível? Você enlouqueceu de vez? Também nunca o vi reclamando de nada e sempre o vejo muito ocupado. Será que você não se deu conta de que está preso e sem liberdade para absolutamente nada?

O prisioneiro olhou para o carcereiro e, sorrindo com muita tranquilidade respondeu:

- Sr. Carcereiro, converso sempre com a minha mulher pois o verdadeiro Amor não se perde nunca com o afastamento físico e, aonde quer que ela esteja e seja com quem for, eu desejo a felicidade dela, pois a sua presença sempre estará mais do que real e viva no meu coração. Quanto ao fato de eu estar preso nessa cela, me considero livre mesmo assim, pois ninguém pode aprisionar a minha capacidade de sonhar, sentir, modificar meus conceitos internos, perdoar as minhas falhas e a dos outros... sim, me sinto livre pois não há prisão maior do que uma alma estagnada no medo e no trauma."

Esse é o ponto! O medo! Medo de sofrer, medo da decepção, medo de não ver nossas necessidades atendidas.

O remédio para o medo é a Coragem! Coragem de "limpar" a casa interna, a morada da alma. Encarar aquilo que nos incomoda e DECIDIR por promover a tão falada REFORMA ÍNTIMA.

E não tenha receio de buscar o que for preciso para o seu crescimento... psicólogos, terapias, yoga, religião, algum esporte, meditação, ou um simples papo com um amigo. Não seja rígido consigo mesmo! Temos o costume de sermos preconceituosos com a forma e esquecemos do objetivo.

Acredito que LIBERDADE não se conquista... é uma questão de ESCOLHA!
Muito obrigado e até o próximo mês!!!





segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Último passeio pelas religiões do planeta: Espiritismo

Allan Kardec
Oi pessoal! Encerro nossa "trip" falando de uma religião que tenho particular carinho e que, para mim, foi a porta de entrada dos meus estudos sobre a espiritualidade. O Espiritismo talvez seja uma das grandes revelações que levaram a humanidade à um novo paradigma: a crença na continuidade da manifestação da consciência nos seus diversos planos, incluindo o material, mesmo após a morte física. Quando afirmo "incluindo o material", é para frisar que tudo isso vem de encontro com séculos e séculos de construção muito arraigada na mentalidade humana, sobre a qual vinha apregoando que a consciência cessava a sua existência com a morte física (materialismo), ou tinha o seu destino atrelado à visão maniqueísta de "céu", "purgatório" e "inferno", defendida pelas religiões predominantes, principalmente pelas culturas do ocidente.

Tudo começou na França do século XIX, com o cientista, filósofo e pedagogo, Hippolyte-Léon Denizard Rivail, conhecido pelo seu pseudônimo como Allan Kardec.

Foi em Lion que completou seus primeiros estudos iniciando a sua bagagem escolar, destacando-se acima do comum para a época. Aos quatorze anos de idade já ensinava aos seus colegas menos adiantados, criando cursos gratuitos de Química, Física, Astronomia e Anatomia Comparada. Aos dezoito, bacharelou-se em Ciências e Letras.  Estudou na Suíça, na cidade de Yverdun, com o célebre professor Pestalozzi, de quem cedo se tornou um dos mais eminentes discípulos e dedicado colaborador. Aplicou-se, de todo o coração, à propaganda do sistema de educação que exerceu tão grande influência sobre a reforma dos estudos na França e na Alemanha.

Seu primeiro contato com a paranormalidade, foi quando, através dos seus estudos sobre Magnetismo, foi levado a conhecer e a se interessar pelo fenômeno das "mesas girantes", cujo conhecimento já era bem difundido por entre todas as camadas sociais européias.

Salão parisiense com as "mesas girantes"
 (revista "L'Illustration", 1853).
O fenômeno consistia no movimento espontâneo de mesas bem como outros objetos, sem causa física aparente, em torno das quais reuniam-se, nos salões, pessoas das mais diversas classes sociais da época.

A partir daí, ampliou e aprofundou suas pesquisas, entrando em contato com outro fenômeno chamado de "escrita mediúnica" ou psicografia. Foi quando passou a ter contato com os espíritos. Aliás o nome "Allan Kardec" veio do mundo espiritual, quando um espírito, velho amigo de outras encarnações, informou que já o conhecia no tempo das Gálias, com o nome de Allan Kardec.

O contato com os espíritos, que se intitulavam com sendo "O Espírito da Verdade", canalizados pelos médiuns da época, porporcionou à Kardec indagar sobre questões universais fundamentais, compilando e dividindo em diversas obras que vieram a formar a Codificação Doutrinária Espírita.

As Obras Básicas compõem-se dos seguintes livros:
O Livro dos Espíritos (1857);
O Livro dos Médiuns - ou Guia dos Médiuns e dos Doutrinadores (1861);
O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864);
O Céu e o Inferno - ou Justiça Divina Segundo o Espiritismo (1865);
A Gênese - os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo (1868).

A característica fundamental do Espiritismo é a UNIVERSALIDADE dos seus princípios. Para que o conteúdo doutrinário não ficasse restrito à autoridade de um único Espírito ou de um único médium, Kardec submetia toda a manifestação mediúnica ao crivo da razão. Apoiando-se no método teórico-experimental da ciências naturais, cruzava as diversas respostas dadas por diversos Espíritos a diversos médiuns espalhados pelo mundo inteiro. Assim sendo, dizia que "a única garantia séria do ensinamento dos Espíritos está na concordância que existe entre as revelações feitas espontaneamente, por intermédio de um grande número de médiuns, estranhos uns aos outros, e em diversos lugares".

O Primeiro Centro Espírita do Mundo foi a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, fundada em 1º de abril de 1858, por Allan Kardec.

Para contar a História do Espiritismo no Brasil, extraí um resumo do excelente livro: "O Espiritismo ao Alcance de Todos", de Celso Martins e Jayme Lobato Soares, Ed. Leymare.

"O Primeiro Centro Espírita do Brasil foi o Grupo Familiar de Espiritismo, instalado em 17 de setembro de 1865, às 30h30m, por Luís Olímpio Teles de Menezes, na cidade de Salvador, na Bahia.

Em 1866, Luís Olímpio Teles de Menezes publica o opúsculo O Espiritismo – Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita, contendo páginas extraídas e traduzidas de O Livro dos Espíritos. Diante dos ataques expressos em Pastoral de D. Manuel Joaquim da Silveira, Arcebispo da Bahia e Primaz do Brasil, Luís Olímpio escreve carta aberta em defesa do Espiritismo, em que, conforme consta da obra Espiritismo Básico, de Pedro Franco Barbosa, ele afirma:

'O Espiritismo tem de passar por provas rudes, e nelas Deus reconhecerá sua coragem, sua firmeza e sua perseverança. Os que se ausentam por um simples temor, ou por uma decepção, assemelham-se a soldados que somente são corajosos em tempo de paz, mas que, ao primeiro tiro, abandonam as armas'.

Luís Olímpio Teles de Menezes foi professor primário, estenógrafo, funcionário da Assembléia Legislativa e Oficial da Biblioteca Pública da Bahia. Falava o inglês, o francês, o castelhano e o latim. Escreveu nos seguintes periódicos: Diário da Bahia, Jornal da Bahia, A Época Literária e publicou o romance Os Dois Rivais.

Primeiro jornal espírita do Brasil - O Eco do Além Túmulo, publicado em julho de 1869, em Salvador, com o esforço de Luís Olímpio Teles de Menezes. Contava com 56 páginas e chegou a circular até no exterior – Londres, Madri, Nova Iorque, Paris. Aparecem referências ao Eco do Além Túmulo na Revista Espírita, edição de outubro de 1869.

Primeiro Centro Espírita do Rio de Janeiro - "Sociedade de Estudos Espiríticos – Grupo Confúcio", fundado em 2 de agosto de 1873. Faziam parte dele elementos da alta sociedade da Corte (Capital do Império), entre eles Joaquim Carlos Travassos e Bittencourt Sampaio. O Grupo se extinguiu em 1879.

Segundo periódico espírita do Brasil - "Revista Espírita, lançada em 10 de janeiro de 1875, pelo Grupo Confúcio, redigida e dirigida por Antônio da Silva Neto.

Neste ano de 1875 vão aparecendo as traduções para o português das obras de Allan Kardec, feitas por Joaquim Carlos Travassos, com pseudônimo de Fortúnio, e editadas pelo Grupo Confúcio. Ainda neste ano, o tradutor oferece a Bezerra de Menezes um exemplar de O Livro dos Espíritos.

Em 23 de março de 1876 é fundada, no Rio de Janeiro, a "Sociedade de Estudos Espíritas Deus, Cristo e Caridade", da qual participavam Bittencourt Sampaio e Antônio Luís Sayão. Mais tarde, a entidade passou a se denominar "Sociedade Acadêmica Deus, Cristo e Caridade".

Havia divergências entre os espíritas do Rio de Janeiro, que de acordo com os pontos de vista defendidos se dividem em místicos e cientificistas, o que resultou na criação de várias instituições.

A data de 28 de agosto de 1881 registra a perseguição oficial ao Espiritismo. Nos periódicos O Cruzeiro e Jornal do Commércio, do Rio de Janeiro, foi anunciada a ordem policial proibindo o fundamento da "Sociedade Acadêmica Deus, Cristo e Caridade e dos Centros filiados.

Em 6 de setembro de 1881, uma comissão de espíritas é recebida pelo Imperador D. Pedro II, que promete não haver mais perseguições aos espíritas, porém elas continuaram a ocorrer. Em 21 de setembro do mesmo ano, a comissão retorna ao Imperador, que volta a afirmar sua intenção de não permitir perseguições aos espíritas.

Ainda em 6 de setembro de 1881 é realizado o Primeiro Congresso Espírita do Brasil, com o objetivo de reunir e orientar as instituições espíritas.

Em 28 de agosto de 1882 é realizada a Primeira Exposição Espírita do Brasil, na sede da Sociedade Acadêmica Espírita Deus, Cristo e Caridade. A data, aliás, recordava o início da perseguição policial ao Espiritismo.

Em 21 de janeiro de 1883, Augusto Elias da Silva, fotógrafo português radicado no Brasil, publica o Reformador, com seus próprios recursos e cuja direção intelectual fica a cargo do Major Francisco Raimundo Ewerton Quadros. Também neste ano, Augusto Elias da Silva promove encontra fraternal dos espíritas, em virtude das divergências entre os integrantes das instituições espíritas da ocasião: "Grupo dos Humildes", "Sociedade Acadêmica Deus, Cristo e Caridade", "Centro da União Espírita do Brasil" e "Grupo Espírita Fraternidade", situados no Rio de Janeiro.

Em 2 de janeiro de 1884 é instalada, na Rua da Carioca nº 120 – sobrado – Rio de Janeiro, a Federação Espírita Brasileira, sendo seu primeiro Presidente o Major Ewerton Quadros, anteriormente já citado.

Em 15 de junho de 1886, Bezerra de Menezes, diante de mais de 1.500 pessoas, no Salão da Guarda Velha (na rua de igual nome, hoje Av. 13 de maio) faz sua profissão de fé espírita.

Em 1889, Bezerra de Menezes assume a presidência da Federação Espírita Brasileira, em substituição a Ewerton Quadros. Bezerra instituiu o estudo sistematizado de O Livro dos Espíritos em reuniões públicas realizadas no salão da Federação.

Dada a crise administrativa e financeira que passava a Federação, comprometida ainda pelas divergências dos líderes espíritas, e com a renúncia de Julio César Leal, após sete meses no cargo, Bezerra de Menezes, em 3 de agosto de 1895, aceita assumir novamente a presidência da Federação Espírita Brasileira.

Em 10 de dezembro de 1911, a Federação Espírita Brasileira se transfere para a Av. Passos, antiga Rua do Sacramento. Em 27 de outubro de 1937, a Federação é fechada pela Polícia e reaberta três dias depois, por ordem do Dr. Macedo Soares, então Ministro da Justiça.

Em 5 de outubro de 1949, é assinado o Pacto Áureo, na sede da Federação Espírita Brasileira, visando à unificação dos espíritas, fortalecendo os laços de fraternidade. É, então, criado o Conselho Federativo Nacional (CFN), composto dos representantes das entidades adesas à Federação Espírita Brasileira.

Não se deve perder de vista que tanto no Rio de Janeiro, como na Bahia e em todo o Brasil se desenvolvia e se expandia a prática mediúnica da Umbanda e de outros credos afro-brasileiros."

Gente, hoje em dia, precisamos unir todos os conhecimentos que dizem respeito aos ditos fenômenos espirituais. O Espiritismo não é dono da Espiritualidade, tampouco as demais religiões. O mundo é manifestação da natureza que não é partidária dessa ou daquela ideologia ou crença. A Grande Verdade está aí para ser descoberta e estudada sem estarmos presos à nenhum conceito.

Encerro aqui essa jornada pelas religiões do nosso incrível Planeta Terra. Que fique aqui bem claro que o respeito à todo e qualquer sistema de crenças é fundamental para a convivência harmônica de todos nós.

Agradeço ao apoio de todos vocês e até o próximo blog!!!